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Processo de Planejamento

Olá, novamente. Essa semana e na outra terei minhas provas finais na faculdade, e como consequência irei postar muito por aqui.

Hoje irei escrever dentro do assunto de administração, pra ser mais específico o processo de planejamento.

Bom, quando falamos de processo de planejamento, estamos nos referindo a capacidade de lidar com o futuro. Ela é uma ferramenta para administrar as relações com o futuro. Podemos também dizer que ao planejar estamos prevendo as decisões que serão tomadas, ou atividades que serão praticadas a frente.

  • planejar é definir objetivos.
  • planejar é definir meios que possibilitem a obtenção de resultados.

Para que uma empresa sobreviva, é necessário que os administradores tenham em mente que uma empresa precisa saber se manter viva dentro das mudanças que ocorrem na sociedade. A capacidade de sobrevivência de uma empresa esta nas mãos dos administradores, estes por sua vez podem levar a organização a assumir uma atitude proativa ou reativa. Dependendo da atitude predominante dos administradores, uma organização será mais ou menos afetada.

Atitude Reativa

  • Rejeição as informações do ambiente.
  • Reação aos eventos.
  • Tendência a estabilidade.

Atitude Proativa

  • Entendimento das forças do ambiente
  • Antecipação aos eventos.
  • Impulso e desejo de mudança.

A atitude proativa, esta ligada a capacidade de uma organização processar de maneira positiva os inputs que recebem do ambiente e de dentro de seus próprios meios. Um exemplo disso faz parte da história da administração: a invenção da administração enxuta e a filosofia japonesa que reduziu o preço dos produtos mantendo a qualidade. Dizemos que uma organização é mais proativa, levando em consideração a quão rápido ela se antecipa ao futuro, fazendo mudanças.

A atitude reativa, esta relacionada com o desejo de manter a estabilidade. Aqui o administrador processa as informações do ambiente externo e de dentro da organização como negativa. Essas informações não possuem o poder de influenciar nenhuma mudança dentro da organização. Essa atitude leva as organização a seguirem uma tradição, procedimentos padrões, convenções, força dos hábitos.

Equilíbrios das duas forças

Em todas as organizações essas duas atitudes estão presentes e são necessária, pois, a proativa ajuda a organização a realizar suas mudanças e crescer enquanto que a reativa, evita que mudanças desnecessáris sejam realizadas.

Processo de Planejamento – Fases

O processo de planejamento, compreende 3 fases:

  • dados de entrada -> informações, ameaças e oportunidades, decisões que afetam o futuro.
  • processo de planejamento -> análise e interpretação dos dados, decisões.
  • elaboração de planos -> objetivos, recursos, meios de controle.

Dados de Entrada

São informações do ambiente externo ou interno sobre o presente, passado, futuro. Essas informações apresentam ameaças, oportunidades, necessidades. Exemplos de dados de entrada:

  • problemas na organização.
  • decisões que afetam o futuro da companhia.
  • mudança na legislação, concorrência.
  • perspectivas de escassez ou esgotamento de uma fonte de matéria-prima.

Processo de Planejamento / Tomada de decisão

Aqui uma vez que foram coletado os dados de entrada, é necessário realizar uma análise para compreender, processar e transformar em uma nova informação que servirá como guia para tomada de decisões. Os dados de entrada são transformados por meio de modelos técnicos de decisão:

  • interpretação do significado das informações.
  • identificação de alternativas para lidar com as necessidades, ameaças, oportunidades.
  • avaliação das alternativas.

Preparação de Planos

Tendo em mãos as informações necessárias para tomar uma decisão transformasse essas informações em planos, que são: registros resultantes do processo de análise de entradas de dados. De forma geral todo plano possui três informação básicas:

  • objetivo – o que se deseja alcançar.
  • recursos – meios de realização.
  • meios de controle.

O processo de definir objetivos, chama-se planejamento estratégico. O processo de definir meios e recursos chama-se planejamento operacional.

Componentes de um Plano

Um plano é um guia de ação para o futuro. O plano especifica as situações que deverão ser alcançadas, os recursos necessários para alcança-lo e uma previsão dos meios de controle.

Objetivos

Palavra importante para um administrador, expressa resultados que desejados que orientam o intelecto e a ação. Para se alcançar um objetivo, é necessário passar antes por outros, sucessivamente. Esta sucessão de objetivos é chamado de cadeia de meios e fins. São dispostos:

  • objetivo final
  • 3 objetivos intermediários
  • ponto de partida

Objetivo é sinônimo de meta.

Meios de Realização

Para se realizar um objetivo, é preciso um ou mais cursos, estes por sua vez, também são chamados de estratégias. Um plano deve conter uma definição dos cursos de ação das atividades operacionais e dos recursos necessários para realizar objetivos.

Meios de Controle

São informações para avaliar até que ponto os objetivos estão sendo alcançados e os cursos de ação são apropriados.

Divisão de Planos

Os planos podem ser classificados em diferentes critérios. Um dos critérios mais relevantes é o critério de permanência, que classifica os planos em temporários e permanentes.

Planos Permanentes

  • Políticas
  • Procedimentos
  • Missão e Outros Objetivos Permanentes

Planos Singulares ou Temporários

  • Cronogramas
  • Calendários
  • Orçamentos
  • Projetos

Os planos temporários extinguem-se quando o objetivo é alcançado, que o caso de quando uma casa é construída. Ja os Planos Permanentes, influenciam na organização, pois possuem decisões programadas, políticas, procedimentos são exemplos de planos que as organizações elaboram.

As políticas são diretrizes que são usadas para evitar que os gerentes despendam de esforços intelectuais e se preocupem somente com os detalhes, ela serve como uma orientação genérica. A política orienta o processo de tomar decisões

Os procedimentos são rotinas, e servem como um guia a respeito da sequência de atividades que deverão ser executadas para se atingir um objetivo. O que difere o procedimento de política é que no procedimento não há nenhuma autonomia para o tomador de decisão.

Técnicas para se Estudar o Futuro

Para auxiliar os administradores em seu papel de planejador. Há diversas técnicas de estudo do futuro. Algumas são para lidar com o futuro conhecido e outras com o futuro incerto.

Futuro Conhecido

Muitos aspectos do futuro são conhecidos, por que decorrem de evoluções que vivemos na presente. Existem 4 técnicas par5a lidar com o futuro conhecido: Análise de Séries Temporais, Projeções Derivadas, Relações Causais e Pesquisa de Opiniões e Atitudes.

Análise de Séries Temporais

Serve para medir tendências, pois esta técnica se aproveita de gráficos para acompanhar por exemplo, o crescimento de vendas de um produto.

Projeções Derivadas

Esta técnica é usa para descobrir associações entre duas ou mais variáveis, por exemplo, associar a construção de casas com o aumento na venda de imóveis.

Relações Causais

Procura identificar possíveis leis, ou padrões que levam a certas atitudes, por exemplo a cada cinco ofertas de um produto um cliente efetua a compra.

Pesquisa de Opiniões e Atitudes

É usada para compreender tendências presentes e futuras, pode-se pedir para que os clientes avaliem a qualidade dos produtos.

Futuro Desconhecido

As técnicas utilizadas para entender o futuro desconhecido realizam uma tentativa de prospecção. Para este caso existem duas técnicas: Método Delfos e Construção de Cenários

Métodos Delfos

É uma forma de pesquisa focada em um assunto específico, onde se questiona especialistas. Esta técnica procura previsões tecnológicas e identificar tendências.

Construção de Cenários

Esta técnica mais uma vez trabalha com pressupostos, do tipo “e se…?”. Ou seja ela se resume em especulações sobre eventos possíveis.

Níveis de Planejamento Organizacional

Dependendo da abrangência e do impacto que têm sobre a organização, os planos podem ser divididos em três níveis principais, que são: Planejamento Estratégico, Planejamento Funcional e Planejamento Operacional.

Planejamento Estratégico – definem a missão da organização, objetivos a longo prazo.

Planos Funcionais ou Administrativos – definem os objetivos e cursos de ação das áreas funcionais (marketing, finanças, operações, recursos humanos), são estes planos que possibilitam a execução de um plano estratégico.

Planos Operacionais – definem recursos, formas de controle.

Uffa, quanta coisa. Bem mas por hoje é isso ai, nos próximos posts, estudaremos detalhadamente estes três níveis de planejamento.

 
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Publicado por em maio 31, 2011 em Administração

 

Heurísticas de Nielsen

O objetivo de se usar as heurísticas de Nielsen, é avaliar a usabilidade de uma interface.

A avaliação de uma interface deve ser acompanhar todo o ciclo de vida do design.

O objetivo de uma avaliação de interface, é:

  • descobrir as preferências do usuário, pois cada usuário pode ter preferências diferentes;
  • levantar problemas encontrados pelos usuários;
  • funcionalidades;
  • impacto no design;
  • detectar problemas no design;

Para avaliar uma interface usando as heurísticas de Nielsen, quem pode avaliar, são:

  • especialistas em interfaces;
  • consultores em desenvolvimento de software;
  • usuários finais;

As heurísticas de Nielsen, são:

  • visibilidade do status do sistema – que mantém o usuário sempre informado, sobre o que esta acontecendo;
  • compatibilidade do sistema com o mundo real – o sistema fala a língua do usuário;
  • controle do usuário e liberdade – o usuário consegue facilmente desfazer uma ação que julgar errada;
  • consistência e padrões – o sistema deve seguir um padrão, quanto a botões, links;
  • prevenção de erros – a interface projetada para avisar o usuário de um possível erro, antes dele acontecer;
  • reconhecimento ao invés de relembrança – o usuário não deve ser forçado a relembrar quais caminhos seguir para reexecutar uma tarefa;
  • flexibilidade e eficiência de uso – prover meios que possibilitem o usuário, executar tarefas de forma mais rápida, o uso de teclas de atalho é um exemplo;
  • estética e design minimalista – janelas não devem ter informações irrelevantes;
  • ajudar os usuário a reconhecer, diagnosticar e corrigir os erros – mensagens de erros devem ser claras, a ponto de instruem o usuário como o mesmo deve proceder para corrigir o erro;
  • ajuda e documentação – auto-explicativo;

Bem, como podemos ver o básico das heurísticas de Nielsen é isso, aí, até a próxima pessoal.

 
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Publicado por em maio 24, 2011 em Iteração Humano - Máquina

 

Iteração Humano – Máquina (Ergonomia) – Parte II

Bom dia novamente, ainda bem que eu me enganei ontem (24/05/2011) não era na realidade meu dia de prova. Porém é hoje, ainda bem por que, assim, tenho mais tempo para estudar.

Então vamos lá, dando continuidade ao post

Regras de Ouro

Ben Shneiderman, propõe oito “regras de ouro” para o projeto e avaliação de interfaces em seu livro clássico Designing the user interfaces (SHNEIDERMAN & PLAISANT, 2004), que são:

  • perseguir a consistência;
  • fornecer atalhos;
  • fornecer feedback informativo;
  • marcar o final dos diálogos;
  • fornecer prevenção e manipulação simples de erros;
  • permitir o cancelamento das ações;
  • fornecer controle e iniciativa ao usuário;
  • reduzir a carga de memória de trabalho;
Pelo o que eu pude ver aqui, este camarada, Shneiderman, apresenta regras muitos semelhantes com as heurísticas de Nielsen que é usada para avaliar usabilidade.

Condições Visuais em Estações de Trabalho

Acomodação visual

- é o processo pelo qual o olho se adapta para se manter focado nos objetos que se aproximam.

Pontos de Descanso da Acomodação Visual

- os olhos possuem uma região de descanso quando não estão focando em nada, e este ponto é diferente de pessoa para pessoa. Este fator também varia entre faixas etárias, o que é chamado de distância mínima de foco, segue uma tabela com a relação:
  •  16 anos -> 7,6 cm
  •  32 anos -> 12 cm
  •  44 anos -> 25 cm
  •  50 anos -> 50 cm
  •  60 anos -> 100 cm
Há também uma relação de luz necessária (watts), para uma boa acuidade visual por idade.
  • 10 anos -> 1w
  • 20 anos -> 1,5w
  • 30 anos -> 3w
  • 40 anos -> 6w
  • 50 anos -> 9w
  • 60 anos -> 15w
Quanto a cores e fontes, independente  das cores usadas em uma tela, o que sempre devemos ter o cuidado é quanto ao desenho dos caracteres na tela. Para as fontes devemos considerar sua espessura do contorno, sendo classificas como: Serif – ou seja com detalhes nas extremidades e no meio das letras e SansSerif – ou seja Não Serficados, com a mesma espessura em todo o contorno da letra.
Efeitos Visuais de Textos em uma Tela
Textos Piscando
Este tipo de texto, geralmente são entendidos como propagandas pelos usuários, o que causa uma tendência de serem ignorados. Reduzem a legibilidade, distraem e irritam.
Podemos seguir outros meios para conseguir a atenção do usuário, por exemplo:
  •  negrito – boa capacidade de obter atenção;
  •  fontes grandes – usadas para títulos;
  •  letras minúsculas – para informações de textos;
  •  letra maiúscula – somente para títulos;
Bom, o que eu tinha para estudar sobre Ergonomia, era isso, acho que o assunto esta bem comentado.
Obrigado e até a próxima.
 
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Publicado por em maio 24, 2011 em Iteração Humano - Máquina

 

Iteração Humano – Máquina (Ergonomia) – Parte I

Boa tarde, hoje (23/05/2011) eu tenho prova de IHM (iteração humano – máquina).

E como estou etudando para esta matéria, irei postar aqui os principais conceitos sobre Ergonomia.

Bom valos lá. O termo “Ergonomia” vem do grego onde “ergo” = “ergos” que significa trabalho, ja “nomia” = “nomos” que significa estudo de normas.

Todos os fatores de um ambiente são considerados na ergonomia:

- Ambiente físico (temperatura, luminosidade, ruído, movéis).

- Organização do trabalho e tarefas ambiente psico-social (demandas de trabalho, relações interpessoais, relações de trabalho) .

“O princípio básico da Ergonomia é projetar o ambiente de trabalho que satisfaça as necessidades do trabalhador” (ARNDT, Robert 1997)

Ergonomia de Software

É a ciência que estuda o conforto, utilização, organização e documentação do software. Objetiva facilitar e otimizar o trabalho do usuário junto ao computador.

Ela propõe padrões, como:

  • apresentação de telas;
  • diálogos;
  • ferramentas de trabalho;
  • menus;
  • documentação;
  • técnicas de otimização;
  • auxílio (help);

Vantagens:

  • atração homem-máquina;
  • programas mais bem documentados;
  • redução dos custos de manutenção.
  • software mais eficiente;
  • software com funções mais poderosas;
  • facilidade de aprendizado;
  • redução de perturbações psicológicas do usuário em relação ao computador;

Desvantagens:

  • esforço adicional na concepção do software
  • como toda a novidade, ha uma resistência por parte dos técnicos mais antigos
  • esta técnica ainda é nova, e esta em fase de maturação

Princípios básicos da Ergonomia

1 – Esforço Mínimo, por parte do Usuário

  • Ele deve desempenhar somente as funções essenciais que não podem ser realizadas pelo sistema;
  • O trabalho não deve ser repetido;

2 – Memória Mínima Requerida do Usuário

  • O usuário deve ser capas de memorizar o mínimo possível para realização de sua tarefa;
  • Os comandos no sistema devem ser naturais para o usuário;

3 – Frustração Mínima

  • Evitar demora no carregamento de uma tela do sistema;
  • Orientação ou documentação devem estar disponíveis de forma consistente;
  • O usuário deve ser capaz de interromper qualquer tarefa em qualquer momento;
4 – Maximizar o uso de Padrões e Hábitos
  • Usar sempre certas teclas para as mesmas funções;
  • Colocar sempre informações similares, na mesma posição;
  • Desenho consistente de formato de tela;
5 – Máxima Tolerância para Diferenças Humanas
  • Uso de métodos visuais e audíveis para chamar a atenção;
  • Uso de formas gráficas para auxiliar a comunicação visual;
  • O sistema deve guardar as preferências de execução de tarefas de cada usuário;
6 – Máxima Tolerância para Mudanças Ambientais
  • O sistema deve suportar mudanças de Hardware / Software com um esforça mínimo do usuário;
7 – Notificação Imediata de Problemas
  • Notificar o usuário sobre um problema tão logo seja detectado;
  • Notificar problemas potenciais antes que os mesmo aconteçam;
8 – Controle máximo de tarefas pelo usuário
  • O usuário deve ser capaz de alterar uma tarefa;
  • O usuário deve ser capaz de salvar uma informação e ser capaz de recuperá-la depois de forma consistente;
9 – Apoio Máximo às Tarefas
  • Documentação da tarefa deve estar disponível “on-line”;
  • Um usuário deve ser capaz de se comunicar com outro via facilidades do sistema;
  • O usuário não deve precisar de outros recursos para executar uma tarefa;
Continua no próximo post, até mais…
 
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Publicado por em maio 23, 2011 em Iteração Humano - Máquina

 

Começando…

Sejam muito bem vindos ao meu mais novo blog “correndo para estudar“.

Sempre quiz começar um blog, mas sempre falei para mim mesmo: ” pensa em um tema bem bacana, depois você começa”. Acabei postergando, e nunca  cheguei de fato a começar um.

Estou até construindo um blog em java usando VRaptor, Hibernate, JQuery, GoogleAppEngine, que tratará sobre programação e diversos outros temas relacionados com tecnologia. Porém enquanto não fica pronto, decidi que já estava mais que na hora de começar um blog.

Faço ciências da computação na universidade Presbiteriana Mackenzie, e como todo bom aluno sempre tenho trabalhos para fazer, provas para estudar e afins. Porém tempo que é bom, me falta muito. Por isso, minha idéia é que este blog, sirva como um meio de compartilhar com todos vocês, os temas que serão abordados e relacionados com as matérias que estou tendo no semestre corrente, assim também aproveito e estudo para elas.

Bem acho que para uma introdução esta de bom tamanho.

 
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Publicado por em maio 19, 2011 em Uncategorized

 
 
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